Renato Piaba 1020
Deputado FederalBahia1020

De segunda a sexta, eu fiz cumprir a lei.
No sábado e no domingo, eu fiz a Bahia rir.

35 anos como Oficial de Justiça concursado. 30 anos levando teatro para centenas de cidades que nunca tinham recebido um humorista. Agora, um mandato para transformar essa vida em lei.

Quero o 1020Conheça as bandeiras ↓
Renato Piaba, candidato a deputado federal pela Bahia, número 1020

Renato Piaba · Deputado Federal · 1020 · Republicanos

35 anos

de serviço público concursado no TJ-BA

30 anos

de palco, com 2,5 milhões de espectadores

Centenas

de municípios baianos visitados em turnê

147

apresentações em um único ano

R$ 470 mil

de patrimônio declarado ao TSE. Sem ostentação.

Nunca respondeu a processo administrativo disciplinar

só publicar com certidão negativa do TJ-BA anexada

A virada

Trinta e cinco anos batendo na porta das pessoas.

Oficial de Justiça não trabalha atrás de uma mesa. Trabalha na rua.

Deputado que só leu a lei propõe teoria. Quem entregou a lei na porta da casa sabe exatamente onde ela falha.

Em 3 de janeiro de 1983, aprovado em concurso público de provas e títulos, Renato Lacerda de Alcântara assumiu o cargo de Oficial de Justiça Avaliador do Tribunal de Justiça da Bahia. Ficou até se aposentar, 35 anos depois.

Na 12ª Vara Crime, viu a violência de perto, não pelo noticiário, pelo mandado. Na 5ª Vara de Família, entregou guarda, divórcio, pensão e medida protetiva na mão de quem estava dentro do problema. No 1º Juizado de Defesa do Consumidor, notificou empresa grande que achava que o Código de Defesa do Consumidor era papel de gaveta.

Ele não estudou as falhas da lei brasileira. Ele entregou essas falhas na mão do cidadão, uma por uma, durante três décadas e meia.

Renato Piaba em serviço, analisando processos no arquivo do Tribunal de Justiça da Bahia
Oficial de Justiça Avaliador do TJ-BA — 35 anos de serviço público concursado.

O que Renato Piaba defende em Brasília

Quatro bandeiras. Uma lógica só: fazer o dinheiro público chegar onde o Estado costuma não chegar.

01

Empreendedorismo

Quem gera renda não pode ser tratado como suspeito.

02

Defesa da mulher

Proteção que sai do papel e chega na porta.

03

Defesa do idoso

Quem já contribuiu a vida inteira não pode ser lesado.

04

Cultura empreendedora

Cultura não é gasto. É folha de pagamento.

Bandeira 01 · Empreendedorismo

Quem nunca teve carteira assinada no que ama sabe exatamente o preço de empreender.

Pequenos empreendedores atendendo cliente em barraca de artesanato na feira
Quem gera renda na feira, na banca e na loja de esquina é quem move a economia baiana.

Por 30 anos, Renato não foi contratado do humor. Foi produtor do próprio humor.

Montou elenco. Contratou som, luz, transporte e bilheteria. Alugou teatro em cidade que não tinha teatro. Fez 147 apresentações em um único ano. Pagou fornecedor no prazo, comeu prejuízo de casa vazia, aprendeu folha de pagamento no susto, e nunca teve garantia nenhuma de que o público ia aparecer no sábado.

É por isso que empreendedorismo, para ele, não é tema de seminário. É a conta que ele fechou todo mês durante três décadas.

Os compromissos

1 · Menos burocracia para o pequeno

Simplificar de verdade abrir, manter e fechar um MEI ou uma microempresa. Quem gera renda não pode passar mais tempo com papel do que com cliente.

2 · Crédito que chega no interior

Cobrança permanente sobre os bancos públicos e o Banco do Nordeste por linhas com garantia acessível para quem não tem imóvel para dar em penhor — e com agência que atenda fora da capital.

3 · Compra pública que fortalece a cidade

Prioridade ao negócio local nas contratações federais. Dinheiro federal que entra na cidade tem que circular na cidade.

4 · Capacitação fora do eixo

Emendas destinadas a centros de formação empreendedora em cidades médias — Feira de Santana, Vitória da Conquista, Itabuna, Juazeiro, Barreiras — e não só em Salvador.

5 · Formalização de quem vive de evento

Som, luz, palco, bilheteria, segurança, alimentação, transporte. É uma cadeia que emprega muito e aparece pouco na estatística.

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Bandeira 02 · Defesa da mulher

Quem entrega uma medida protetiva na porta de casa conhece o tamanho exato do medo.

Roda de conversa entre mulheres em espaço de acolhimento
Acolhimento é rede: quem é ouvida no mesmo dia não volta para a casa do agressor.

Na 5ª Vara de Família do Tribunal de Justiça da Bahia, Renato cumpriu mandados de guarda de menores, divórcio litigioso, execução de pensão alimentícia e violência doméstica.

Ele não conheceu esse drama por relatório, por pesquisa ou por assessoria. Conheceu tocando a campainha — e vendo quem abria a porta.

A lei que protege a mulher no Brasil não é ruim. O que falha é a chegada. Falta orçamento, falta velocidade, falta estrutura no interior e falta fiscalização de quem descumpre.

Os compromissos

1 · Orçamento carimbado para acolhimento

Emendas para casas de acolhimento e para a Patrulha Maria da Penha nos municípios baianos, com a exigência de que o recurso saia do papel.

2 · Medida protetiva que chega rápido

Papel só protege se for cumprido. Defesa de prazo, estrutura e efetivo para que a proteção alcance a mulher no mesmo dia, inclusive fora da capital.

3 · Pensão alimentícia é obrigação, não favor

Apoio ao endurecimento do cerco a quem abandona financeiramente os próprios filhos.

4 · Autonomia financeira é proteção

Linha de crédito e capacitação para mulher chefe de família. Muita mulher não sai de uma casa violenta porque não tem para onde ir nem com o que se manter.

5 · Atendimento especializado no interior

Delegacia especializada e sala de acolhimento em mais cidades — não faz sentido a mulher de Serrinha ter que ir a Salvador para ser ouvida.

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Bandeira 03 · Defesa do idoso

Ele é aposentado. E sabe o que fazem com a aposentadoria do brasileiro.

Idosos jogando dominó em centro de convivência
Envelhecer com convivência, transporte e saúde por perto — não trancado em casa.

Renato tem 68 anos e se aposentou em dezembro de 2018, depois de 35 anos de contribuição e serviço prestado ao Estado da Bahia.

Mas a razão dessa bandeira não é a idade dele. É o que ele viu na Vara de Família: a violência contra o idoso que quase nunca é denunciada, porque acontece dentro de casa e o autor é da família. O benefício que some. A conta que alguém mexe. A assinatura que ninguém explicou.

Os compromissos

1 · Guerra ao desconto indevido no benefício

Fiscalização e endurecimento contra consignado fraudulento, associação que aparece do nada na folha e desconto que o aposentado nunca autorizou.

2 · Fila do INSS com prazo e consequência

Perícia e concessão de benefício não podem levar mais tempo do que a pessoa tem.

3 · Envelhecer não é ficar trancado

Centros de convivência e transporte digno nos municípios. Isolamento adoece tanto quanto doença.

4 · Saúde do idoso fora da capital

Geriatria e cuidado continuado no SUS em cidades do interior, não só em Salvador.

5 · Fiscalização com dente contra o abandono

O Estatuto do Idoso existe. O que falta é quem faça valer.

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Bandeira 04 · Ecossistema

Cultura não é gasto. É folha de pagamento.

Equipe técnica de som e luz operando a mesa durante show em teatro cheio
Um show não emprega um artista: emprega som, luz, palco, bilheteria e produção.

Quando o país parou na pandemia, o setor de cultura e eventos foi o primeiro a fechar e o último a reabrir. Renato falou publicamente sobre isso — e não falou de si.

Em entrevista à Rádio Metrópole, em 2020, ele afirmou que, se não fosse a aposentadoria de Oficial de Justiça, “quase teria passado fome” durante o confinamento. E usou a própria exposição para falar de quem não tinha aposentadoria nenhuma: o técnico de som, o iluminador, o montador de palco, o produtor independente, o ator iniciante.

Um show não emprega um humorista. Emprega trinta pessoas.

O ecossistema que ele defende

Talento→Formação técnica→Crédito→Produção local→Renda e emprego→Cidade viva
1 · Emenda cultural descentralizada

Renato levou teatro para centenas de municípios que nunca tinham recebido um humorista. O mesmo princípio vale para o orçamento: tirar recurso da concentração e pulverizar no interior.

2 · Escola técnica de palco

Formação em som, luz, cenografia e produção nas cidades polo. A cidade que forma técnico para de importar equipe de fora, e o dinheiro fica.

3 · Microcrédito para produtor cultural

Economia criativa é negócio, e negócio precisa de capital de giro. Hoje, produtor de interior não tem porta de entrada em banco nenhum.

4 · Equipamento cultural que funciona

Teatro, praça, ponto de cultura — com manutenção prevista no orçamento, não só inauguração com faixa.

5 · Proteção social para o trabalhador intermitente

Quem trabalha por evento não pode ficar sem rede nenhuma na próxima crise. A pandemia foi o aviso.

“Se eu não tiver um cargo na cultura, esqueça Renato Piaba.”

Não é bravata. É o compromisso público de que o mandato será medido por entrega nesse setor.

Quero o 1020

Linha do tempo

Duas vidas, uma trajetória

21/10/1957

Nasce em Salvador. Na infância, é apelidado de “Polêmico” nos peladas de rua, por contestar regra e defender ponto de vista.

Formação

Ensino superior completo em Educação Física. Atua como professor.

03/01/1983

Aprovado em concurso público, assume como Oficial de Justiça Avaliador do TJ-BA.

Anos 90

Estreia no humor solo. Autodeclarado o primeiro humorista da Bahia no formato de apresentação individual.

1995 → 2026

30 anos de carreira: 2,5 milhões de espectadores, mais de 1 milhão de DVDs vendidos, centenas de municípios em turnê.

2012

Tem o salário exposto na lista pública do TJ-BA e responde à imprensa de peito aberto: “Sou concursado, não entrei pela janela.”

Dez/2018

Aposentadoria voluntária deferida após 35 anos de serviço.

2020

Na pandemia, usa a própria plataforma para denunciar o colapso da cadeia produtiva da cultura.

Jan/2023

Visita a sede do Sinpojud, reconhecido pelos pares como “Oficial de Justiça responsável”.

25/03/2026

Filia-se ao Republicanos e lança a pré-candidatura a deputado federal.

Out/2026

1020.

Não é a gente que está dizendo

Descreveu Renato como “Oficial de Justiça responsável e este artista de muito talento e respeito”, lembrando que ele acompanhou as lutas históricas do judiciário baiano.

Maria José Santos (Zezé)
Diretora do Sinpojud

Ao anunciar a filiação, apresentou Renato como “um homem de bem”, cuja autenticidade reforça o projeto do partido nos eixos da cultura, da comunicação e da conexão com a comunidade.

Bispo Márcio Marinho
Deputado federal e presidente estadual do Republicanos na Bahia

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A urna não aceita apelido.
Ela aceita número.

1020

Renato Piaba · Deputado Federal

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1

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3

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